quarta-feira, 4 de março de 2009

Não me venha com desistências


Nas aulas de história dos últimos dias, tenho parado para repensar no que o meu professor de história, que eu sempre achei metido a filósofo, diz. Lá no fundo eu sei, mas não aceito publicamente que tais idéias fazem sentido. Lá nas minhas meditações diárias é fácil perceber que em tudo há sentido e que tudo faz parte da vida de um ser humano, das suas conquistas e dos seus sonhos.
Ontem mesmo, parei para observar uma frase originalmente na língua inglesa e que por isso não tem graça nenhuma em nosso português, portanto vale apena refletir. Eis: "Sem dor os objetivos não são alcançados".
Tudo o que diz ali tem a ver com a vida de alguém. Com a minha principalmente.
Quantas vezes já não reclamei de treinos físicos e coisas terríveis como correr e fazer reforços musculares? Mas isso no fim sempre faz uma diferença enorme. Na hora em que faço o que gosto, ou seja, jogo, me sinto satisfeita de ter treinado tanto e de ter saído tantas vezes esgotada.
Cito como exemplo o dia de hoje, em que venho de uma maratona de dois treinos seguidos mais academia e me encontro com dores até nas células capilares. Mesmo após tudo isso me sinto feliz pelo que fiz nessa tarde totalmente abafada, e que me fez suar como nunca havia suado em todos esses anos de voleibol. Apesar das dores, passadas e atuais, a satisfação fala mais alto e a dedicação sempre tem em vista um plano maior, uma busca por algo que sabemos que é tocável, mas que requer sacrifícios cada vez maiores.

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