sexta-feira, 11 de junho de 2010

12 de junho

De vez em quando me esqueço de analisar todo esse tempo,
E de parar para pensar no motivo de ainda te encontrar
Em todos os meus desejos.

Me perguntei por que me encontrava tão boba
Pode ser o cheiro que paira em todo e qualquer lugar,
Ou esse teu jeito risonho de tornar o mundo uma gota
E o nosso amor o próprio mar.

A minha sina já não é mais me encontrar
É quitar a saudade presa em todo o entardecer
Quisera eu saber me transportar
Pra com teus beijos poder me entorpecer.
O tempo todo me mostrei instável
Tei dei as rosas acompanhadas de espinhos
Fui a moleca nunca tão amável
Nunca tão artista e repleta de delírios.