quinta-feira, 28 de maio de 2009

Direitos autorais totalmente teus


Praia, Sol, areia, água, ilhas no meio do nada
Eu não vou conseguir esquecer
Foi tão breve, tão intenso, eu não sei mais o que eu penso
Eu só quero voltar pra você.

Eu quero voltar p'resse sonho
Eu quero sonhar em estar com você
E viver esses momentos, tão breves e intensos,
que fizeram eu me apaixonar.

Eu preciso voltar ao dia em que te conheci
E parar o tempo ali
Eu preciso voltar e retroceder aos momentos que eu tive
Aos momentos que eu tive com você.

Quero voltar e poder colocar uma flor em seu cabelo
Quero falar o que eu não tive coragem
E te beijar até as ondas desse mar nos atrapalharem.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Quero sim que tu leias


Dentre todas as coisas com as quais já me irritei na vida,
se tratando do sexo oposto,
esse foi o apogeu.

Fazia alguns dias que mentia, que escondia desejos
e que tentava levar essa relação totalmente impossível da maneira que dava.
Fazia algum tempo que esquecia dos meus princípios
e que me deixava levar por um corpo sarado e uma aventura indescritivelmente perigosa.

Depois de me entregar em alguns aspectos descomprometedores, percebi que tudo o que eu esperava veio à tona.
Já tinha deixado de ser ingênua e não me iludir com quaisquer palavras que tivesses me dito.
Já tinha te ignorado durante todo o desenrolar dessa história só para ver se valias a pena ou não.

Nada disso convém com o fato d'eu sentir alguma coisa ou não.
Nada disso convém com o fato d'eu me descomprometer ou me comprometer em alguns aspectos.
Nada disso convém com essa história que de mim andam dizendo.

O mais interessante de toda essa novela é que o fato d'eu ter escondido em média oitenta por cento das minhas emoções te faz pensar que de nada sei e que nada sinto.

Que acredites então que nada sinto.
Que fiques com os teus pertences e me deixes viver com esse teu cheiro longe de mim.
Que te contentes com qualquer corpinho esbelto pronto pra te satisfazer.
Que nunca me ligues mais.
E que nunca mais direcione a mim quaisquer desses teus adjetivos fulos.
Nunca senti, que penses assim,
Simplesmente porque cansei de sentir em vão.


quarta-feira, 13 de maio de 2009

O meu erro foi crer


Eu deveria me esconder numa pilha de partituras, deixar que me chamem e fingir que não ouço nada.
Nesses últimos dias não tive tempo pra mim, tampouco pras minhas necessidades femininas.
Digamos que eu tenha me excluído do meu próprio mundo e tenha descido num lugar que não me pertence.
Sonhos que não são meus, nada daqui que me satisfaz.
Tempos atrás ignorava as circunstâncias e achava que tudo seria como eu esperava. Já passei dessa fase e percebi que nada disso aconteceu. Ou quase nada.
Meu psicológico nunca foi bom, e agora ele já era. Meus cabelos viraram moitas ambulantes e nem as minhas unhas eu consigo tempo pra pintar.
To ingnorando o meu próprio eu, minha própria essência e minhas próprias virtudes.
Não sei se espero a poeira baixar, a multidão de problemas que eu tenho caminhar pro outro lado da rua pra daí talvez a minha alma voltar, pra dentro de mim.
Não sei se largo tudo, se encaro de peito aberto.
Quem sabe eu tenha que me esconder um pouco e deixar a música me levar pelos poucos segundos vagos da minha agenda.