A diferença agora é que eu descobri
que a vida é mais e que eu, nós; mas eu.
Poderia ter feito uso deste artifício antes,
mesmo tendo ou não alguém para me acompanhar.
Mas isso não importa mais,
pelo que me parece.
O que me parece se realçar é
a falta de maturidade no estar, no amar,
mesmo isto sendo simples e instintivo.
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
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