
Mais do que todos os outros delírios de amor
É este que me invade por dentro,
Que me faz suspirar,
Me levar ao teu peito.
Talvez seja o retrato de algum refletir,
de alguma lembrança pairando no ar
Quem sabe o segredo d'um tempo fugaz
quem sabe a loucura d'um tempo de amar.
Me anseio em viver
Em querer me esbaldar
E sofrer sem querer
E sofrer sem notar
O teu sorriso sem nem se mover
Me conta o quão fútil é o mundo sem ser
Sem notar que simplório é que tem esplendor
E que o mais importante é morrer por amor
Seu Álvaro citou-o sem saber seu sabor
o quão ridículas são as suas lindas cartas
e sem nem notar nos mostrou sem ter medo
Ser o próprio ridículo quem não sabe amar.
oi
ResponderExcluirlindo poema, voltou a escrever entao?
sabe gostei da declaração mas a nossa relação será platonica, é mister que mantenhamos a decencia quando morarmos juntas.
Ha nem gosto de ti sua gorda, alemoa, sebosa.
Giulia